Assim, onde você vê um vaso, pode não ser um vaso. Uma árvore pode não ser uma árvore. Ou seja, a interatividade proposta no trabalho de Guilherme instiga os olhos a uma interatividade que nem sempre conclui-se por inteira… .
Seus temas, se transportados para a literatura poderiam emoldurar escritores como Kafka ou de bêbados e geniais poetas franceses como Baudelaire – para citar apenas um exemplo. Contudo seu colorido está na intenção de um mundo melhor, acredite.
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Mas voltando à arte pictórica, um pouco do “pontilismo” de Guilherme Kramer tem a ver com o mestre desse estilo: Georges Pierre Seraut (pintor francês que viveu entre 1859 e 1891) como ficou impresso em um dos seus famosos quadros O Canal de Gravelines. Claro, que se você for conferir, vai ver que Seraut define mais. De uma maneira mais “embaçada”, mas define. Já o pontilismo de Kramer, quase sempre não. É sim uma coisa squizofrênica (no bom sentido se houver) que vai se somando até completar o pensamento desse jovem artista.
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Publicitário, Kramer fica com a dúvida (e o perdão desse meu trocadilho) entre arte versus publicidade. Nesse Kramer versus Kramer quem ganha é a publicidade que leva um pouco do seu talento mais refinado. E inteligente.
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Mais informações sobre o trabalho do artista acessem: http://www.guilhermekramer.com
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Fonte: http://www.aleda.com.br/

















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